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Com novo bloqueio, Irã reforça uso de Ormuz para chantagear o mundo

Dê de presenteO Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial (Foto: Wikimedia Commons )Ouça este conteúdo

O Irã anunciou que voltou a bloquear o estratégico Estreito de Ormuz neste sábado (18), e órgãos de imprensa internacionais relataram que ao menos duas embarcações foram alvos de ataques na passagem, por onde cerca de 20% do petróleo e do gás natural liquefeito (GNL) do mundo transitavam antes do conflito dos Estados Unidos e de Israel contra os iranianos.

O regime iraniano tomou a medida porque o presidente americano, Donald Trump, disse que o bloqueio naval a embarcações do Irã continuará até que seja fechado um acordo para encerrar a guerra.

O primeiro bloqueio promovido pelo regime na passagem ocorreu logo após o início do conflito, em 28 de fevereiro, o que fez os preços do petróleo e do gás dispararem globalmente.

No último dia 7, Washington e Teerã anunciaram um cessar-fogo de duas semanas, mas o Irã voltou a bloquear o Estreito de Ormuz em seguida porque alegou que a trégua foi desrespeitada com a continuidade dos ataques de Israel ao grupo terrorista Hezbollah (aliado de Teerã) no Líbano. Estados Unidos e Israel afirmaram na ocasião que o cessar-fogo com o Irã não incluía o Líbano.

Na quinta-feira (16), entrou em vigor um cessar-fogo de dez dias no Líbano, após o qual veio um anúncio do ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, nesta sexta-feira (17), de que Ormuz foi desbloqueado. Entretanto, o anúncio de Trump sobre a continuidade do bloqueio naval fez o regime voltar atrás novamente.

Em artigo para o site The Conversation, Ali Mamouri, pesquisador associado de estudos do Oriente Médio da Universidade Deakin (Austrália), afirmou que, após décadas de ameaças, o Irã resolveu usar o Estreito de Ormuz como forma de pressionar os adversários.

Ataques do Irã a vizinhos interrompem reaproximação e deixam regime ainda mais isoladoTrump diz que EUA entrarão no Irã para recuperar urânio enriquecido; regime negaO especialista destacou três motivos principais para isso: o significativo potencial de receita com o pedágio cobrado de navios que atravessam a passagem, em um momento em que o país enfrenta grave crise econômica; o uso do estreito como uma “garantia de segurança”, já que o Irã pode bloqueá-lo como forma de dissuadir ações militares contra o regime; e busca por influência geopolítica, “particularmente junto aos países do Sul Global”.

“O controle sobre o estreito permite que o Irã negocie com os Estados dependentes de energia, incentivando-os a contornar as sanções americanas contra o regime e aprofundar o engajamento econômico em troca de concessões de acesso ao estreito”, escreveu Mamouri.

Em entrevista à Gazeta do Povo, o economista e doutor em relações internacionais Igor Lucena afirmou que a situação é particularmente dramática para os vizinhos iranianos no Golfo Pérsico, já que grande parte das suas exportações de petróleo e gás passa por Ormuz.

“Os países do Golfo sabem que estão na mão do Irã, com a possibilidade de o Irã radicalizar as negociações e sempre utilizar o Estreito de Ormuz como ‘faca no pescoço’. Isso ficou muito claro no atual conflito, era algo que estava um pouco em aberto e agora de fato de tornou uma realidade”, afirmou.

Como reação à chantagem iraniana, Lucena disse que a guerra reavivou debates para expandir gasodutos e oleodutos e “até sobre a possibilidade de fazer um canal para que os navios possam contornar o Estreito de Ormuz, entrando pelos Emirados Árabes”.

Também à Gazeta do Povo, Sandro Teixeira Moita, professor do programa de pós-graduação em ciências militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme), disse que o regime passou a exercer poder de barganha com Ormuz e, especialmente para os países do Golfo Pérsico, a nova realidade de “lidar com um Irã assertivo, que cobra taxas dos navios [para transitar pelo estreito], é realmente surreal”.

“Os iranianos começaram a estudar o que eles poderiam fazer para não repetir o que tinham sofrido na Guerra dos 12 Dias [contra Israel, em junho de 2025]. E hoje a percepção que fica generalizada é que, apesar do dano material e da situação econômica iraniana ser extremamente frágil nesse momento, tanto que as principais demandas do Irã são todas em torno de obter recursos, conseguir reparações, conseguir alívio de sanções, para o Irã e no espaço informacional, passa o sentimento de que o Irã conseguiu vencer os Estados Unidos”, disse Teixeira Moita.

“O que é uma completa e total loucura, se a gente for afirmar isso. Mas a impressão que parece é essa. E o pior é que isso vai começando a ser compartilhado em redes sociais e essa impressão vai ficando, vai cristalizando”, afirmou o analista.

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